Excelencia no tratamento de ortodontia
O reconhecimento de uma especialidade e de sua prática profissional depende de um aprendizado avançado nas escolas, faculdades e instituições reconhecidas oficialmente.
Novas técnicas e novos aparelhos são apresentados, diariamente, como se fossem a re-invenção da roda, agora quadrada, com marca registrada, patenteada e incorporada de qualidades miraculosas.
Os dentes respondem à pressão de um dedo como a de um aparelho ortodôntico e se movem em resposta à pressão e à seqüência de eventos bioquímicos e celulares cujas respostas são, geralmente, as mesmas, indiferentes ao ensinamento do mestre, ao argumento do fabricante, forma, cor e marca do bracket, à composição química do fio ou a filosofia do operador.
Guardadas as devidas proporções de empenho e a destreza manual, domínio da técnica, colaboração do paciente e problemas biológicos específicos e conhecimento científico.
De maneira que, quando o aparelho é removido, torna-se impossível dizer o tipo de aparelho que fora utilizado para se conseguir os objetivos do tratamento ortodôntico. O resultado deve falar por si só. Se os objetivos de função, estética, saúde e estabilidade foram alcançados.
Existem entre nós ortodontistas e clínicos que ainda procuram a perfeição na forma de um aparelho perfeito, no fio perfeito, na técnica perfeita, mas ainda não dominaram o princípio da movimentação dentária, nem as disciplinas básicas de confecção de anéis e contorneamento de arcos ortodônticos. São estas pessoas que mudam de técnica e se agarram a modismos, promovidos pelos fornecedores de materiais e aparelhos.
"Um bom ortodontista, que conhece o básico, pode tratar muito bem com arame farpado, se preciso for. Um ortodontista, pobremente treinado, nunca tratará bem mesmo com os aparelhos mais sofisticados". (Wendell Wylie).
Há trinta anos, usava-se aparelhos de ouro e levava-se , em média 18 a 24 meses para tratar uma maloclusão específica. Com a introdução do aço inoxidável à Ortodontia, o tempo de tratamento continuou, em média, 18 a 24 meses.
Hoje, com todos os tipos inimagináveis de brackets , fios de alta resiliência, infinidade de técnicas e com uso de auxiliares treinados, leva-se, em média, de 18 a 24 meses para tratar uma maloclusão média.
Do exposto, a lição que fica é que a b i o l o g i a do sistema estomatognático que é o fator limitante e não o aparelho. Devemos nos empenhar em atingirmos uma excelente performance nos serviços e resultados.
Visando à saúde, função, estética e estabilidade dos resultados obtidos, aplicando, basicamente, nosso bom senso e conhecimentos científicos.
O pensamento principal das nossas considerações deve ser entre o bom tratamento e o mal tratamento.
Novas técnicas e novos aparelhos são apresentados, diariamente, como se fossem a re-invenção da roda, agora quadrada, com marca registrada, patenteada e incorporada de qualidades miraculosas.
Os dentes respondem à pressão de um dedo como a de um aparelho ortodôntico e se movem em resposta à pressão e à seqüência de eventos bioquímicos e celulares cujas respostas são, geralmente, as mesmas, indiferentes ao ensinamento do mestre, ao argumento do fabricante, forma, cor e marca do bracket, à composição química do fio ou a filosofia do operador.
Guardadas as devidas proporções de empenho e a destreza manual, domínio da técnica, colaboração do paciente e problemas biológicos específicos e conhecimento científico.
De maneira que, quando o aparelho é removido, torna-se impossível dizer o tipo de aparelho que fora utilizado para se conseguir os objetivos do tratamento ortodôntico. O resultado deve falar por si só. Se os objetivos de função, estética, saúde e estabilidade foram alcançados.
Existem entre nós ortodontistas e clínicos que ainda procuram a perfeição na forma de um aparelho perfeito, no fio perfeito, na técnica perfeita, mas ainda não dominaram o princípio da movimentação dentária, nem as disciplinas básicas de confecção de anéis e contorneamento de arcos ortodônticos. São estas pessoas que mudam de técnica e se agarram a modismos, promovidos pelos fornecedores de materiais e aparelhos.
"Um bom ortodontista, que conhece o básico, pode tratar muito bem com arame farpado, se preciso for. Um ortodontista, pobremente treinado, nunca tratará bem mesmo com os aparelhos mais sofisticados". (Wendell Wylie).
Há trinta anos, usava-se aparelhos de ouro e levava-se , em média 18 a 24 meses para tratar uma maloclusão específica. Com a introdução do aço inoxidável à Ortodontia, o tempo de tratamento continuou, em média, 18 a 24 meses.
Hoje, com todos os tipos inimagináveis de brackets , fios de alta resiliência, infinidade de técnicas e com uso de auxiliares treinados, leva-se, em média, de 18 a 24 meses para tratar uma maloclusão média.
Do exposto, a lição que fica é que a b i o l o g i a do sistema estomatognático que é o fator limitante e não o aparelho. Devemos nos empenhar em atingirmos uma excelente performance nos serviços e resultados.
Visando à saúde, função, estética e estabilidade dos resultados obtidos, aplicando, basicamente, nosso bom senso e conhecimentos científicos.
O pensamento principal das nossas considerações deve ser entre o bom tratamento e o mal tratamento.
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